Abri minha mala pra vocês, mas faltou contar pra onde a levei depois da Finlândia! Já que fomos tão longe, resolvi explorar o que havia ali por perto.

Pra chegar à Estônia, por exemplo, foi só fazer um mini-cruzeiro.

chegada-tallin

Dei um bom rolê pela Old Town, o centrinho de TALLIN, que mantém toda a “configuração” da época medieval – hoje abrigando museus, galerias, hotéis, muitos bares e restaurantes.

centrinho Tallin

Curti particularmente o tradicional café Maiasmokk

cafe-tradicional

…Além de um espaço bem alternativo chamado Kooli Hoov, com palcos onde as pessoas podem se apresentar livremente:

KooliHoov-cafe-alternativo

O outro bate-volta foi por trem de alta velocidade até SÃO PETERSBURGO. Adoooro trens! Mas passei um certo perrengue por decidir em cima da hora e a mudança de fuso deixou tudo muito confuso na minha chegada. Afff… Se alguém for pra lá e quiser umas dicas pra evitar roubada, estou à disposição!

Depois de descer SENTADA na escada rolante mais íngreme do mundo e sair da estação de metrô mais luxuosa que já vi, tive que fazer as pazes com o ônibus vermelho. Aquele, bem turisticão, que leva a todos os pontos principais das cidades, sabe? O tempo que passei lá foi tão intenso que valeria um post inteiro, mas fiz o Top 5 do que mais me impressionou: a catedral do sangue derramado (que eu tanto sonhava conhecer!)…

catedral

eu-catedral

…O luxuoso Elisseeff Emporium

eliseevsky

…O choque de culturas

chocada

…As propagandas bizarras

publi2

propaganda

…E as sandálias vertiginosas!

saltos

sapatos-rua

Não fiquei traumatizada com as resoluções de última hora, tanto que ainda inventei de passar uma semana na ISLÂNDIA.

centrinho

Bookei meus transfers do aeroporto para o hotel em pleno vôo da Icelandair e dali mesmo chequei a imensa oferta de tours. Pra escalar um vulcão ou simplesmente ir até um shopping mais afastado, as agências cuidam de tudo, stress free. O único “grau de dificuldade” que me atingiu (literalmente) foi o frio!

fe na cachoeira

Mesmo assim, vi tudo que tinha direito: o ponto entre os continentes Europeu e Americano, a praia “preta” (com formações de lava)…

praia-lava

lava

Geleiras, gêiseres e cachoeiras, além de curtir um dia na famosa Blue Lagoon:

blue-lagoon

blue-lagoon-a-noite

Claro que também explorei muito por conta própria – dava pra ir caminhando a quase os pontos turísticos da capital Reykjavik, menor que muito bairro de São Paulo!

Curti demais as pessoas que conheci por lá. Elas pareciam meio fechadas no início, mas aos poucos iam revelando suas idéias e gostos.

praia

Já tinha sentido isso ao reparar nos detalhes das fachadas. São intervenções sutis, com pistas sobre a personalidade de quem mora dentro de cada casa:

derakhe-janela

detalhe-fachada

janela

porta amarela

Os “locais” me indicaram uma praia geodésica que não está nos guias. Lá, a brincadeira é sentar na piscininha formada por pedras, de onde brota uma água bem quente, depois se jogar no mar geladíssimo. E vice-versa.

praia-geodesica

Pronto, falei da Islândia sem citar a Bjork! :)

No cinema, chamamos de Hora Mágica aquele momento perto do nascer ou pôr do sol, quando uma luz azulada envolve o ambiente. Nunca escurece por completo no verão escandinavo e me senti mergulhada nessa beleza, vivendo várias Horas Mágicas durante essa viagem…

Espero ter passado um pouco disso pra vocês… digamos que foi um trailer. A Juliana abriu esse espaço tão generosamente e ainda me convidou pra continuar contando minhas histórias por aqui. Claro que topei NA HORA.

Até o próximo post, então!!!

beijo, Fe.

fefe

*Para ler a saga completa da Fe pela escandinávia, clica aqui

rodape novo fe prats