Vamos ao que interessa para os homens: moda masculina!

Quatro marcas apresentaram coleções para homens nesta edição de inverno 2013 da SPFW. O que vimos foram looks  bem interessantes e, como não podia ser diferente, já fiquei de olho em alguns para meu closet .Rsss

Vem ver o que estas grifes fizeram para nós:

A atmosfera do desfile era a década de 30 e o típico malandro da época. Uma alfaiataria contemporânea marcou a coleção. Tinham paletós com cortes precisos e extremamente bem acabados. O estilista soube como ninguém fazer um belo mix de texturas e trouxe uma cartela de cores que era uma delícia de se ver. Caquis, vinhos e rosados se misturavam a tecidos como linho, veludo, couro e sarja. Nem adianta ficar de olho no terninho preto de poá mostarda, ele já é meu! rss

O batalhão da Ellus veio para colocar ordem em seu inverno 2013. A cartela era bem sóbria – preto, grafite e sutis pinceladas de cores (como azul e verde cítrico) reinaram na passarela. As roupas tinham forte tendência militar, forte até demais! Atenção especial ao sobretudo no melhor estilo Legião Francesa! Uma dica para quem gosta de seguir tendências: cuidado para não sair fantasiado de soldado, misture sempre as peças!

A marca veio trazer riqueza ao ambiente urbano. O jeans se misturou ao couro que, por sua vez, criou looks com tecidos de diferentes texturas e caimento. O arabesco impresso nas roupas e o jacquard, que é uma tendência fortíssima para esse inverno, apareceram de forma bem elegante. A cartela remeteu ao ambiente militar com tons de verde, preto, café e vinho. Mostrando que realmente o militarismo já virou um clássico. Gostei!

Com formas minimalistas e shapes alinhados, característica da moda esportiva, o desfile de Oskar Metsavaht soou como um prelúdio á natureza dando o pontapé inicial no SPFW. As roupas abusaram de tecidos como camurça, tricô e couro, mas o que me chamou atenção foram as calças de alfaiataria feitas de neoprene e jacquard em motivo navajo. Os tons predominates foram preto, branco, gelo e vermelho sangue, que caracterizaram em uma linguagem semiótica o sangue de animais primitivos e a era glacial da Patagônia. Amei!

Espero que gostem, e até semana que vem. 

Beijo,

Fabio.